[ANÁLISE] Call of Juarez: Bound in Blood
Call of Juarez: Bound in Blood
Publicado por: Ubisoft
Desenvolvido por: Techland
Gênero: FPS
Disponível para PC, PS3 e Xbox 360.
Os jogos de tiro em primeira pessoa (os famosos FPS ou First Person Shooters) surgiram lá atrás, na década de 80, com Wolfstein e Doom, e de lá pra cá evoluiram muito, se tornando um dos gêneros mais amados atualmente, principalmente se formos falar a respeito de jogos para PC. E uma das coisas que parece estar em moda nos jogos do gênero após o surgimento de Call of Duty 4 – jogo que deu uma agitada geral no estilo já tão batido – é a tal da imersão.
Call of Duty 4 trouxe para o mundo dos shooters elementos que procuravam colocar o jogador dentro do corpo dos personagens, não só correndo e atirando, mas também sofrendo os contratempos corriqueiros sofridos por qualquer soldado que estivesse em uma guerra real: caos de balas voando, explosões ofuscantes e ensurdecedoras, e eventualmente, até mesmo a morte trágica e inevitável no campo de batalha (quem jogou sabe do que eu estou falando). Isso tudo, realizado de forma competente pelos programadores, fazia quem estivesse jogando ficar tenso com cada parte da história, esperando que em qualquer hora algo inesperado acontecesse, transformando o jogador em um espectador, assistindo seu personagem participar de cenas em tempo real de cenas com profundidade e peso dignas de um filme de Hollywood. Chamamos isso de fator de imersão, e parece que após esse jogo revolucionário a moda da imersão foi declarada dentro do mundo dos shooters, e outro jogo com “Call of” no nome, Call of Juarez: Bound in Blood, segue a cartilha feita por seu xará direitinho.
Elementos que proporcionam imersão à história dos irmãos MCall estão por todos os lados, desde laçar lugares inatingíveis com sua corda, fazendo um movimento com o mouse (na versão PC, que foi testada) como se estivesse jogando mesmo o laço, até aos duelos sempre presentes contra grandes malfeitores (ou bem feitores, dependendendo das missões que você escolher), onde você deve sacar o revólver no timming perfeito, também movimentando o mouse para isso.
Algo que torna a história mais interessante e pode consideralvelmente aumentar o gameplay é a possibilidade de se escolher entre 2 personagens no início de cada missão Ray ou Thomas, cada um com suas características próprias, que possibilitam experimentar pelo menos 2 caminhos diferentes durante todo o jogo. Se o chumbo ficar muito grosso, não se preocupe, seu irmão (o que você não escolher) estará sempre ao seu lado para lhe ajudar com o bang-bang e com o acesso em alguns lugares (Ray arromba portas, Thomas escala lugares altos).
Os gráficos da versão para PC são lindos, cheios de efeitos interessantes e oportunos para um jogo de faroeste, como por exemplo aquela distorção que o calor causa na imagem quando observamos o horizonte em um local bem quente, sabe? Ela e outros detalhes de mesma importância para a tão falada imersão estão presentes, além das texturas muito bem feitas que tornam as paisagens e cenários quase que fotos interativas.
Mas algumas coisinhas acabam deixando o jogo um pouco repetitivo, como por exemplo, os duelos, que aparecem em todas as missões, sem escessão, e enjoam um pouco quem busca variedade. Uma tentativa de tornar o jogo mais parecido com um sandbox também existe, com missões podendo ser cumpridas nos intervalos da história principal para juntar grana e outras recompensas, mas, talvez pelo fato do jogo ser em primeira pessoa e esse não ser o foco do game, acaba parecendo que estas etapas ficaram pra escanteio durante o desenvolvimento, sendo bem simples e praticamente sem novidades para quem resolver cumpri-las (além do dinheiro para comprar armas novas e em melhor estado).
Mesmo assim o jogo desponta como um dos melhores shooters do ano, e sai na frente de outra sequência de grande franquia passada no velho oeste, Red Dead Redemption, que só será lançado no próximo semestre. Todos os elementos unidos acabam fazendo o jogador ficar interessado nos acontecmentos tortuosos do relacionamento entre os irmãos MCall, ficando preso ao jogo até a história acabar e ainda desejando por uma continuação, que deve aparecer por aí daquí a alguns anos. E pros fãs do velho gênero esquecido do cinema (como eu), poder viver aventuras cheias de poeira e pólvora com suas próprias mãos, é uma oportunidade impagável!








lio em qui, 9 julho, 2009 8:47 am
To jogando a versão do Xbox. Muito legal mesmo esse joguim!YYYYYYYHAAAAAAA! Vai cavalinho, vai!
Tenente.Didier em qui, 9 julho, 2009 3:40 pm
Po meu to esperando o game so vai chegar aqui em casa dia 15. Eu to esperando o game para fazer a analise dele para o SDC.
Daniel de Paula em sex, 10 julho, 2009 11:17 am
Tmb tava querendo dar uma testada nesse game. Jogo de faroeste é muito da hora! Me lembro de Red Dead Revolver de PS2. Muito bom.
man overb0ard em qui, 16 julho, 2009 8:57 am
Não consegui jogar o primeiro.
Ficava enjooado com a perspectiva da camera do jogo.
Então vou passar o segundo.
RaPha em dom, 19 julho, 2009 11:28 pm
Tb já estou jogando e é muito bom!!!!!! Não cheguei a jogar o primeiro mas recomendo Bound in Blood, quem gostar de Fps vai curtir pra caramba Call of Juarez – só o nome principal do jogo que eu acho meio esquisito… hauhaeuehuuhauahha
Underlost em qui, 6 agosto, 2009 12:51 pm
Já joguei o primeiro Call of Juarez e gostei, desse segundo gostei mais ainda. O final foi emocionante e imprevisível. Essa história daria um grande filme. É o primeiro jogo que eu quase choro no final hehe (e não é de frustração).
Baiano em sáb, 7 novembro, 2009 3:14 pm
E eu to jogando tbem amis queria jogar ele online alguem ai sabe me enformar?
se souber me add no msn ai
socreyson2005@hotmail.com
lopesz em sáb, 12 dezembro, 2009 11:31 am
queria saber se tem que ter o call of duty 4 para poder jogar o call of juarez como se ele fosse um expançao do jogo porque nao consigo jogar tenho mas nao funciona…..