Claro | Escuro

Sony anuncia God of War Collection para PS3

31 agosto, 2009 por Lucas Patrício  
em Capa, Notícias

gow2_CAPA

God of War e God of War II vão estar juntos em uma compilação para PlayStation 3, onde as duas versões do Deus da Guerra poderão ser jogadas por aqueles que não possuem um console com retrocompatibilidade (ou seja, quase todo mundo).

O lançamento vai acontecer no final deste ano e vai oferecer os dois episódios de PS2 com gráficos ajustados para rodar em 720p, ou seja, em alta definição. Ambos os jogos receberam um belo tratamento visual com anti-aliased e vão continuar rodando a 60 quadros por segundo.

O Blu-ray da compilação ainda vai trazer suporte para os troféus e vai custar US$39. Ótima maneira de aquecer até a chegada de God of War III, em março de 2010, não é mesmo?

-por Lucas Patricio

Disney compra Marvel por US$4 bilhões

31 agosto, 2009 por Lucas Patrício  
em Capa, Notícias, OMG

MARVELDINSEYCAPA

Entretenimento não é brincadeira: a Disney comprou a Marvel por 4 bilhões de dólares.

(pausa para reflexão)

Mas o que?? A empresa responsável por mais de 5000 personagens em quadrinhos foi comprada pela toda poderosa Disney? Por essa eu não esperava. Não sei se o recente sucesso dos filmes da Marvel fizeram a Disney observar um bom potencial de exploração, ou se, assim como ela fez com a Pixar, apenas adquiriu uma possível ameaça. Claro que, quando falamos de Disney, sabemos que a empresa não vai jogar suas propriedades intelectuais no lixo. Logo, acredito que a Marvel tenha um futuro ainda mais brilhante.

A pergunta que eu faço é: e os games? Empresas como a Activision e a SEGA fazem jogos baseados no universo da Marvel já há algum tempo. Será que a Disney, finalmente, poderá abrir um estúdio interno de produção? Eu duvido muito que isso aconteça. Mas também duvidava muito que um dia a empresa que criou o Mickey e o Pato Donald compraria o Homem-Aranha, X-Men e outros…

-por Lucas Patricio

[+Leitor] Análise: Wolfenstein

31 agosto, 2009 por GoLuck  
em +Leitor, Análises, Capa

wolfenstein

Pra começar esse review, quero deixar claro, leitores, que sou um grande fã do gênero, e, por esse motivo, tenho um carinho especial sempre que tenho em minhas mãos um produto trazendo um logo em especial, que trás em sí apenas duas letrinhas: ID.

O respeito que cultivo não se deve somente ao fato da desenvolvedora produzir sempre games de qualidade, mas também por ela manter por todo esse tempo dentro de suas paredes mentes insanamente criativas, como é o caso do pai das maiores franquias da empresa, o doente mental do John Carmack, gênio por trás de Doom, Quake e Wolfenstein 3d, simplesmente o primeiro jogo de tiro em primeira pessoa que existiu.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam (momento cultura gamer pra você, leitor do GoLuck!) a série Wolfenstein não foi criada por Carmack, mas somente popularizada e colocada em moldes de FPS. Do desconhecido Castle Wolfenstein, Carmack e seus amigos lunáticos fizeram um dos jogos mais viscerais que fez a minha cabeça durante a infância/adolescencia, assim como de muitos gamers com mais de 25 anos (e cuiriosos mais novos, sem medo de gráficos ultrapassados e jogabilidade sem mouse).

wolfenstein580

Com tal confiança em minhas temporas, sabendo que em uma nova tentativa de ressureição da franquia clássica que fez o nome da empresa ser sinônimo de bons momentos gamers durante a década de 90, a mesma não poderia deixar as coisas escorregarem, esperei ansioso pelo lançamento do game, o qual a gora faço o review para vocês e já adianto algo: Amigos saudisistas, preparem-se!

O jogo, que na verdade não foi feito pela ID, mas pela RavenSoft, antiga parceira da ID, responsável por Quake 4, por exemplo, põe novamente o jogador na pele do espião americano William “B.J.” Blazkowicz, que é levado até uma cidadezinha no interior da Alemanha para desvendar misteriosos eventos ligados à experiências nazistas em plena segunda guerra mundial. Nessa cidade, Blazkowicz recebe ajuda de uma força de resistência russa e de um grupo de estudiosos de ciências ocultas para tentar descobrir o que a turma do Füher está tramando. A história, assim como as anteriores, mistura segunda guerra, com nazismo e magia negra, o que, apesar de não ser uma premissa inédita (até por que já foi visa em milhares de outras mídias, desdos filmes do Indiana Jones até nas HQs do Hellboy) é sempre uma mistura interessante.

Mas apesar da premissa clássica, a história se desenrola sem muito envolvimento do jogador com o personagem e com os mistérios do jogo. Tudo é muito previsivel e linear, e a temática ocultista, que é algo que ficaria muito bem em um FPS com traços de Horror e Terror (como em F.E.A.R, por exemplo) e menospresada, sendo sub-utilizada por não fazer parte do jogo nada que lembre sustos ou uma tensão mais forte.

new-wolfenstein-dec08_2

Mas acredite, amigo leitor: A história não fará falta nenhuma se você for alguém que, como eu, joga FPS desde do princípio dos jogos desse gênero. Talvez para a geração “Call of Duty 4” ela faça falta, mas pra quem já é mais velho, o efeito provocado é justamente o contrário: a falta de uma história profunda causa uma gostosa sensasão de nostalgia de uma época em que os jogos eram mais games e menos filmes. De certo modo, o jogo faz várias homenagens aos antigos jogos, reeditando várias características clássicas que vinham sendo um pouco esquecidas ultimamente por jogos realistas e cheios de história pra contar.

Uma das características que me chamou a atenção, por exemplo, é o fato de você ir encontrando novas armas cada vez mais fortes de acordo com o decorrer das fases, e poder carregá-las todas durante todo o resto do jogo. Isso era algo básico em qualquer jogo de tiro da década de 90 e que, com a moda da realidade, dominante nessa nossa década, foi deixada de lado. Apesar da homenagem nostalgica, o jogo não deixa a característica parecer datada, adicionando a possibilidade de “tunar” as armas com upgrades comprados com dinheiro encontrado pela fase.

Outra boa novidade é a utilização de poderes oriundos de um medalhão encontrado logo no começo do jogo. Coisas como proteção contra balas, visão de lugares invisíveis à olho nú, e tiros superpotentes deixam a ação mais interessante em alguns momentos, e, somados aos upgrades e a presença de armas novas regularmente, desitegram a monotonia do gameplay e possibilitam o envolvimento do jogador até a aventura simgle player terminar, além de abrir milhares de possibilidades durante o jogo multilplayer.

new-wolfenstein-screenshot-big

É claro que ainda há defeitos que iritam, como a facilidade de alguns chefes, onde é só “pegar a manha” e segundos depois, já estão derrotados. E neste caso, pegar a manha é tão fácil que as vezes, ainda durante a apresentação do chefão você já percebe o que fazer e quando a bataha começa, você já ganhou. Além disso, a ausência de chefes mais importantes para a história também incomodam, principalmente no final do jogo, que acaba meio.. bom.. vou deixar vocês conferirem o final por vocês mesmos e tirarem suas conclusões, mas claramente, o ápice da história ficou prejudicado por uma possível sequência. Sem contar que aqueles que esperavam ver Adolf Hittler de metralhadora da mão ao final da aventura assim como no jogo original, vão se decepcionar grandemente, pelo menos até o próximo jogo da nova versão da franquia.

Mas apesar dos pesares, de poder ter sido um jogo bem melhor, não há nada que pague a sensação nostálgica de jogar um jogo claramente feito para fãs do original, mas que tem a preocupação de introduzir elementos atuais, para não assustar os jogadores mais novos. Essa preocupação pode ser sentida em cada elemento do game e mostra que ainda há preocupação com os corações dos fãs em despeito da ganância das grandes produtoras. Mas mesmo assim, talvez, se Carmack estivesse lá na frente do projeto, e não apenas observando de longe, tivessemos um FPS mais marcante, como promete o próximo lançamento da IG, Rage. Fica pra vocês um bom jogo, mas que por pouco não saiu ótimo.

-por Bruno Ferrari

360 terá extras exclusivos de The Beatles: Rock Band

31 agosto, 2009 por Bruno Julião  
em Capa, Notícias

Os jogos musicais estão aí e saindo mais do que os tão criticados anuais Fifa e Pro Evolution Soccer. O próximo na lista de muito gamer e amante da boa música é The Beatles Rock Band, aonde teremos músicas, modelos e um pouco da história do quarteto de Liverpool.

Esse grande lançamento já rendeu um anúncio na E3 com a participação de Paul, Ringo e das viúvas de John Lennon e George Harrison, aonde foi mostrado pela primeira vez a abertura do game e falado sobre a música “All you need is love” que será lançado como DLC exclusivo na Live, seu preço será 160 MSPoints e toda a sua arrecadação será revertida para a fundação “Médicos Sem Fronteiras”. A fundação foi escolhida pessoalmente pelos 4 que lá estiveram na E3. O post com alguns detalhes da apresentação na E3 pode ser conferido aqui.

Outras exclusividades disponíveis na Live Marketplace serão: Clipes, documentários e filmes dos Beatles (incluindo o “Imagine: John Lennon”). Para quem tiver acesso ao 1 vs 100, haverá um episódio específico para testar seus conhecimentos sobre a banda. O último e não menos importante extra é uma camisola para seu Avatar que virá junto com o jogo.

Ok, eu confesso, de extra mesmo no jogo só a camisola, mas com certeza são boas notícias para os fãs. Lembrando que o jogo sai dia 9 de Setembro para 360, PS3 e Wii.

Quão animado você está por esse clássico?

- por Bruno Julião

[Rock Tour] Wallpaper especial do GoLuck

Você gostou da nossa apresentação do Rock Tour? Votou 5 estrelas no nosso vídeo no Youtube? Então aqui vai um presente: um super wallpaper, autoria do José Roberto Pace. Clique na imagem para ampliar.

Wallpaper-Goluck-final

[Release] Guitar Hero 5 com lançamento simultâneo no Brasil e preço justo

guitarhero5_div3

Você pode reclamar dos altos preços praticados por lojas e distribuidores oficiais no Brasil. Mas desta vez, temos que tirar o chapéu para a NC Games, que vai trazer Guitar Hero 5 simultâneamente ao lançamento mundial e com um preço muito bacana: R$169,90. Confira o release completo:

E agora chegou a hora de redefinir sua experiência musical e também de jogo com Guitar Hero 5, que chega às lojas de todo o Brasil simultaneamente ao lançamento americano.

Trazendo a melhor e a maior variedade de estrelas do rock de hoje, combinadas com lendas do rock, Guitar Hero 5 é o mais novo título do mundialmente popular game de música da Activision. Pela primeira vez, os jogadores poderão montar sua banda combinando qualquer um dos instrumentos do jogo: duas guitarras e duas baterias, ou três guitarras e um microfone, qualquer combinação é possível, permitindo uma experiência musical com a sua cara.

Nesta edição há modos de jogo totalmente novos e fáceis de usar como o Party Play, onde os jogadores podem entrar e sair do jogo sem atrapalhar o desempenho da banda. E o RockFest, uma nova experiência competitiva que oferece cinco modalidades de jogo online ou offline no conforto da sua sala de estar, motivos suficientes para aumentar ainda mais as horas de diversão. E ainda, o conteúdo via download de Guitar Hero World Tour totalmente compatível, que é automaticamente adicionado ao jogo, com todas as atualizações e melhorias presentes em Guitar Hero 5.

Guitar Hero 5 ainda traz a maior e mais variada set list, que totaliza 85 títulos que vão desde bandas da atualidade até as maiores lendas do rock como: Kings of Leon, The Rolling Stones, The White Stripes, Santana, Vampire Weekend, Tom Petty, Johnny Cash, Bob Dylan, e mais 25 artistas dos mais variados gêneros musicais que irão estrear no mundo dos games.

Guitar Hero 5 chega às lojas dia 1 de setembro em duas versões, padrão (somente o jogo)  e Bundle (jogo com guitarra), disponível para PlayStation 3, Xbox 360, Wii e PlayStation 2.

Preço sugerido ao consumidor:

* Padrão – a partir de R$169,90
* Bundle – a partir de R$679,90 (guitarra + jogo)

Sobre a NC Games

A NC Games é distribuidora oficial de games no Brasil, presente no mercado de entretenimento há 15 anos. Seu foco de atuação é atender o canal de revenda de videogames, sendo representante comercial e distribuidora de diversas empresas desenvolvedoras de videogames tais como Activision-Blizzard, Disney Interactive Studios, Konami, LucasArts, NAMCO BANDAI Games, SEGA, Take-Two Interactive, THQ, Ubisoft,  entre outras. É responsável pela distribuição de games em mais de 3.000 pontos de venda no país, desde lojas especializadas até grandes varejistas. Suas operações estão em expansão para toda a América Latina, com escritórios no Brasil e Estados Unidos.

[Bomba] Novidades 360 no Brasil

27 agosto, 2009 por Bruno Julião  
em Capa, Notícias, OMG

Ainda nem esfriou a confirmação da queda de US$100,00 no preço do Xbox lá fora, noticiada aqui, e já trago a confirmação de que também teremos uma queda de preços em terras tupiniquins. Outra boa nova são os detalhes do lançamento de Halo ODST no Brasil.

Comecemos pelo “novo” preço do console. A partir de amanhã o preço do console despenca de R$ 2399,00 para R$ 1799,00. Déjà vu? A Microsoft em seu comunicado oficial, que pode ser conferido na íntegra aqui, afirma que o novo preço se deve à um alinhamento com o anúncio mundial (da queda de preços). Se puxarmos pela mente, nesse mesmo período do ano passado também foi feito um corte de preços que levou o console à esses R$ 1799,00. Achei um post no qual nosso editor anunciou esse fato. Naquela ocasião o preço deveria ser R$ 1899,00, mas a minha esposa conseguiu comprar o meu presente pelos R$ 1799,00.

Halo 3: ODST está sendo aguardado por muitos por ser mais uma incursão no universo Halo e temido por muitos por não ter como personagem central o aclamado Master Chief. A versão nacional do game será TOTALMENTE em português, virá com 2 discos, será lançado em pré-venda amanhã e entregue a partir de 22/09. Custará R$ 159,00. As novidades ficam por conta de um novo modo coop entitulado Halo: Firefight e por permitir que 4 pessoas joguem juntas. No primeiro disco fica a parte singleplayer e no segundo TODA a coletânea de Halo 3 “24 mapas, inclusive a Sandbox e três novíssimos mapas exclusivos, incluindo a volta do mapa Midship de Halo 2″.

Sobre a queda de preços eu sugiro esperarem, afinal de contas há rumores fortes de que até o fim do ano a Microsoft Brasil traga a versão Elite do console se os deuses ajudarem e o dólar não oscilar muito. O valor estimado é de R$ 1999,00, mas não foi comentado se haverão jogos no pacote. A minha teoria pessoal sobre o assunto é que a empresa quer com a baixa de preço eliminar qualquer kit pro das prateleiras brasileiras para então trazer o Elite inicialmente por R$ 1999,00 e depois ocupando esse mesmo valor do Pro de hoje, R$ 2399,00. O fato é que não vejo com muitos bons olhos, já que a queda de preço passada durou pouquíssimas semanas.

O jogo foi o melhor anúncio para mim, tanto pelo conteúdo quanto pelo preço, já que R$ 159,00 é bem menos doloroso que os jogos das empresas terceiras. Como não comprei os mapas do Halo 3, essa será a minha oportunidade de obtê-los.

- por Bruno Julião

[Bomba] Xbox 360 Elite fica 100 dólares mais barato – oficial

27 agosto, 2009 por Lucas Patrício  
em Capa, Notícias, OMG

elite_capa

Atualização: Nós andamos sondando algumas pessoas e descobrimos que o rumor que o kit nacional vai cair para R$1799 é verdade. Vamos esperar por uma posição oficial da Microsoft Brasil.

Depois de tantos rumores, a Microsoft finalmente confirmou a redução do preço do bundle Elite do Xbox 360, além também de descontinuar o modelo Pro.

O Elite é a versão mais luxuosa, com console preto, HDMI, 120 GB, e agora custa 100 dólares a menos. O modelo Pró caiu para 249 dólares, e o Arcade continua custando 199 dólares. Veja uma pequena tabela de comparação de preços.

Xbox 360 Elite $399.99 agora $299.99
Xbox 360 Pro $299.99 agora $249.9(enquanto durar os estoques)
Xbox 360 Arcade $199.99 $199.99

HQ do GoLuck #34 – Churras no grill novo

27 agosto, 2009 por GoLuck  
em HQ do GoLuck, Veja mais 3

hqdogoluck34

[Primeiras Impressões] WET

wet_shot

Acabo de jogar a demo de WET e senti a necessidade de compartilhar minhas impressões, afinal não é sempre que se tem a sensação de ter “jogado” um filme do Quentin Tarantino. Quando adicionei a demo na lista de downloads ontem pouco antes de dormir fiquei pensando do que se trataria o jogo, já que até o momento não lembrava de ter lido nada a respeito e foi com grande surpresa que joguei os poucos minutos que compreendem a demonstração.

Assim que o jogo começa você é apresentado ao visual cinematográfico que permeia a jogabilidade e te faz sentir a frenética protagonista Rubi (uma mistura da noiva de Kill Bill com o Dante de Devil May Cry) enquanto você desliza pelo cenário mandando bala em tudo que se mexe.

A proposta de ação frenética não é nenhuma novidade e de certa forma não é muito bem executada no jogo, já que em certos momentos você percebe que o controle da mira não está totalmente em sua mãos e a câmera (eterno problema em jogos desse tipo) não te ajuda muito.

Acredito que em um jogo como esse a aposta fique mesmo no visual e nesse quesito ele me conquistou, como disse no começo a impressão que temos é a de estar “jogando um filme do Tarantino”, seja pela temática ou pelo cenário e até mesmo pelo filtro usado nos gráficos que dá a impressão de um filme projetado na tela. A ação usa e abusa (mais abusa do que usa) de slow motion, o que no começo é legal, mas com o tempo te deixa com a sensação de “saco, essa mina vive em câmera lenta”.

Um momento bem interessante apresentado na demonstração é o modo “Murderous Rage” que ocorre em momentos que o rosto da protagonista fica coberto de sangue dos inimigos, nessa hora a tela fica toda em tons de vermelho, preto e branco e as capacidades combativas de Rubi são aumentadas enquanto dura tal fúria. O visual é simplesmente matador e a trilha sonora também muda para se adaptar ao momento.

wet-game-wallpaper-screenshot

Para finalizar a demo temos uma curta passagem usando o já famoso modo Quick Time Event, onde deve-se apertar os botões no momento certo para desviar/atacar inimigos. Essa passagem empolga e cria expectativa para outras maneiras criativas de usá-la durante o jogo.

Em resumo posso dizer que a demonstração cumpriu seu papel e me deixou empolgado com um jogo que até 15 minutos atrás não conhecia e mesmo sem trazer grandes novidades devo arriscar a compra, mas no fundo deve ser por ter descaradamente o estilo do Quentin Tarantino e isso já é motivo mais do que suficiente para curtir o game!

- por Wagner Araújo


Próxima página »



Switch to our mobile site