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Rio Game Show, nós fomos

30 novembro, 2009 por Bruno Julião  
em Capa, Eventos, Notícias

titRiogameshow09

Neste final de semana os cariocas fãs de games, tiveram um destino diferente de praia ou shopping. É claro que me refiro ao Rio Game Show.

Antes de qualquer coisa, adianto que se você esperava uma E3, é porque realmente és brasileiro e não desiste nunca. Um evento dessa magnitude, até poderia ocorrer em solo brasileiro, mas pra isso seria mais prudente e interessante se todas as empresas – Sony, Microsoft e Nintendo – possuíssem investimentos sérios no país, coisa que sabemos não ser verdade.

Eu já conhecia boa parte dos locais de eventos da “cidade maravilhosa”, mas ainda não tinha ido ao espaço onde ocorreu este evento. O local é grande e para minha surpresa é muito mais perto da estação Estácio do Metrô do que eu imaginava.

Num primeiro olhar, a feira me pareceu um pouco minimalista. Poucos estandes. Poucas pessoas. Conforme fui andando, vendo e conversando, fui percebendo que mesmo não tendo sido um evento inesquecível, foi realmente uma tentativa bem sucedida, um passo importante para uma cidade que não está nem um pouco acostumada com eventos para esse público.

A tarefa de pensar na feira e visitar os estandes seria árdua e parcial demais se feita sozinho. Deste modo, tratei de contatar um grande amigo, Fang Cai, que topou o desafio de visitar a feira comigo, assistir as palestras, jogar, visitar estandes e trocar uma ideia sobre o evento e si.

Esclareço que tentei tirar mais um amigo, Ricardo Bicalho do Meio Bit, dos estudos. Infelizmente não obtive êxito e só não insisti mais pelo motivo ser nobre.

Pelos olhos de Fang, a feira pareceu muito comercial de tanto que se via o nome Seven nas camisas, banners e etc. Além disso, este meu amigo esperava ver uma E3, algo que como já disse, não faz muito sentido hoje.

As palestras foram muitas. Algumas foram boas, outras enfadonhas – culpa do palestrante. A palestra que mais pareceu chamar a atenção das pessoas foi com um MVP (Most Valuable Professional) da Microsoft. Ele dissertou sobre XNA, Project Natal e Milo – Tudo que já foi falado na E3. Claro que não poderia faltar a pergunta “E a Live Brasil?”. Infelizmente a resposta foi o de sempre: “Nem eu sei”. Ele ainda falou que o problema seria a falta de conteúdo, algo que eu discordo plenamente, já que ninguém vai chegar para a MS e oferecer “oi, eu sou a Globo, quero colocar minhas novelas na Live”.

Vou fugir um pouco do assunto e entrar rapidamente na discussão “redes no Brasil”. Em primeira mão eu vou revelar para vocês a data de estreia tanto da Live quanto da PSN Store no Brasil: Nunca.

Achou cedo demais? Assustou-se? Essa é a minha previsão pessoal sobre o assunto. Baseio-me em alguns fatores para tal: Esta geração está chegando na metade de sua vida aprox. e a Sony está “distribuindo” kits de desenvolvimento para PSP e PS2.

Espero de coração, estar errado, mas também gostaria de pedir-lhe, que não alimente falsas expectativas sobre uma PSN Store BR ou Live BR. Pelo tempo que estão demorando, jogo de empurra-empurra, desculpas de ser trabalhoso e incentivo ao desenvolvimento para plataformas da geração anterior, parece-me bem claro que é não teremos esse sonho se tornando realidade.

Voltando à feira. As principais emissoras marcaram presença no evento, filmando e entrevistando. Esperamos que eles consigam fazer matérias decentes e profissionais como as que temos visto na excelente coluna Connect do Jornal da Globo.

Alguns devem estar se perguntando, mas e as booth babes? Elas também marcaram presença no evento. Havia três delas aplicando massagens nos visitantes, via um indie game de Xbox, chamado “A perfect massage”. De curiosidade vi na Live e o jogo custa meros 80 MSPoints, você não leu errado, são 80 e não 800. O jogo não faz milagres, ele apenas faz com que os controles ligados ao 360, comecem a vibrar, similar à um massageador comum. O resto é feito deslizando o controle pelo corpo da pessoa a se massagear.

Tivemos a oportunidade de experimentar a tecnologia 3D da nVIDIA – o nome parece estar escrito errado, mas copiei do site deles – que estava disponível em alguns computadores no estande da empresa. O jogo que conseguimos testar foi justamente uma das novidades mais desejadas: Modern Warfare 2. Não posso fazer uma análise sobre o jogo como um todo, mas o pouco que joguei e em 3D, me fizeram ver que vai ser difícil algum jogo chegar à esse nível de diversão.

O balanço que faço da feira é positivo. Acho que todos sempre vamos querer uma E3, mas mesmo ainda não tendo sido, foi um ótimo segundo passo, já que essa é a segunda edição da feira. Agradeço ao pessoal do evento, que foi muito atencioso comigo e com meu amigo, além de agradecer aos cosplayers que lá estavam em especial à Thaís Yuki Jussim, que mesmo sendo top, foi muito atenciosa conosco. Agradeço também ao Marcelo Vingaard, marido da Thaís, pela organização do concurso de cosplay que rolou no evento. Deixo um muito obrigado especial para o amigo Fang, por ter entrado nessa comigo e ter colocado todas as nossas fotos aqui.

Se você foi ao evento, ou quiser falar qualquer coisa, use o espaço de comentários abaixo. Espero ter passado à vocês o que senti na feira, já que achei uma iniciativa válida e fico ansioso por uma terceira edição.

- por Bruno Julião

Eu vos declaro marido e Love Plus

27 novembro, 2009 por Alice  
em Bizarro, Notícias

Dê um bom simulador de relacionamentos para um japonês ridiculamente carente jogar e espere alguns meses. O que conseguimos? Nada mais, nada menos que um padre declarando este mesmo oriental  e sua “namorada” do jogo marido e mulher.

Pode parecer mentira, mas –infelizmente- não é. O fato é que você está cordialmente convidado para assistir a cerimônia de casamento entre o avatar de um cara que, acredito eu, nunca conheceu uma garota de verdade e Nene Anegasaki, uma das personagens á serem conquistadas no simulador de relacionamentos para DS, Love Plus.

Dizem por aí que durante a cerimônia serão passadas fotos do casal juntos, o que me leva a imaginar várias tocantes cenas do marido fazendo carinho na sua amada com a stylus e beijando a tela do seu DS. Até me correu uma lágrima agora, mas digo com certeza que não foi de emoção, mas de vergonha alheia mesmo.

Bom, sorte para os pombinhos! O que mais eu poderia dizer numa hora dessas? Agora eu fico pensando como será a lista de casamento dos dois…

-por Alice Toldo

É da Nintendo que elas gostam mais!

26 novembro, 2009 por Marcos Diniz  
em Notícias

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O presidente da Nintendo America, Reggie Fils-Aime, mostrou alguns dados interessantes no BMO Capital Markets, dedicado para as companhias de jogos e investidores. Os dados mostram que 80% do público feminino prefere o Nintendo Wii como seu console principal, contra 11% do Xbox 360 e 9% do PS3.

“Isto não aconteceu por acidente. É o resultado de um deliberado esforço para expandir o mercado”. Comenta Fils-Aime.

Assista o novo Trailer de Final Fantasy XIII

25 novembro, 2009 por Alice  
em Capa, Notícias

Há mais ou menos 10 horas, 37 minutos e 29 segundos – ok, vamos apenas dizer: hoje pela manha- a Square-Enix colocou no ar mais um trailer de Final Fantasy XIII!

É verdade que de novidade nesse trailer ganhamos pouco, mas ainda sim é alguma coisa. No geral, dizer que está lindo e tudo mais já é sabido por todos, só tenho que admitir que a música de fundo não me agrada muito.

-por Alice Toldo

HQ do GoLuck #44 – Entrevista com Sora

25 novembro, 2009 por GoLuck  
em HQ do GoLuck, Veja mais 1

Essa semana os bastidores da entrevista de Luck com Sora, protagonista de Kingdom Hearts. Quando será que o Luck vai aprender a controlar a lingua, hein?

hqdogoluck44

ILUSTRAÇÕES: JOSÉ ROBERTO PACE

Quer usar a câmera do seu DSi como um maluco? Foto Showdown é o jogo perfeito!

24 novembro, 2009 por Mauri Link  
em Bizarro, Notícias

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Uau, mais um RPG chegando para aumentar a já imensa biblioteca do gênero que o Nintendo DS possui. O nome parece um pouco engraçado de início: Foto Showdown, e ao ler o nome a primeira coisa que me passou pela cabeça foi Samurai Shodown! No japão, o jogo é conhecido como Monster Finder. E qual é a “novidade” desse RPG da Konami? Foto Showdown é uma espécie de “RPG Fotográfico”, pois você tira quaisquer fotos que der na sua telha com o DSi e então pode inserir essas fotos no mundo do jogo. Vale até tirar foto da sogra para criar aquele monstrão aterrorizante!

Como você deve tirar fotos para poder dar vida aos monstrinhos, é claro que você só vai jogar Foto Showdown se tiver um Nintendo DSi. Então, quem tem DS infelizmente deve ficar de fora dessa, pois esse é um dos vários jogos que estão sendo produzidos atualmente e que fazem uso das características exclusivas do DSi, e essa tendência deve aumentar mais e mais daqui para a frente.

Usando uma moderna tecnologia de reconhecimento de cores, essas fotos invocarão monstros baseados nas cores predominantes delas. Os monstros são usados em confrontos baseados em turnos, e há mais de 100 níveis. onforme você avança, destrava novas habilidades e itens diversos. E lembrando o primeiríssimo Pokémon, teremos 152 monstros para capturar. Ei, falando nisso, já posso até ver o nosso querido Lucas correndo pelas ruas com um DSi tirando foto de tudo e de todos, tenham cuidado, amigos!

É um conceito bem bacana, porém já vi coisa similar no passado. Quando fiquei sabendo da maneira peculiar que se usa para poder gerar os monstros, o meu baú de jogos abriu-se e velhas memórias voltaram. Vocês lembram daquela série de jogos da Koei chamada Monster Rancher, para o PlayStation e PlayStation2, onde você colocava qualquer CD/DVD no seu console,  e o jogo gerava um monstro diferente? É bem por aí, é só revirar o baú dos videogames que se pode achar uma idéia para um jogo novo usando uma velha idéia. Veja abaixo alguns monstros que você pode conseguir quando Foto Showdown for lançado, por volta do primeiro trimestre de 2010:

por Mauri Link
[via Portallos]

[Preview] Bayonetta

titPreviewBayonetta

A empresa, eternamente conhecida como casa do Sonic, deixou muito marmanjo babando quando mostrou Bayonetta pela primeira vez. Dona de belíssimas curvas, a personagem possui um apelo erótico inegável. Isto ficou evidenciado quando nos foi revelado que a roupa da protagonista e seus golpes mais poderosos, estão ligados diretamente com os cabelos da personagem. A relação é simples, a vestimenta dela é “feita” de seus cabelos e quando há o uso de um poder maior da heroína, o tal cabelo se desloca da roupa para o golpe, o que inevitavelmente deixa Bayonetta mais próxima de um nu, de acordo com a intensidade dos golpes.

Antes que as mulheres que nos leem me xinguem, eu esclareço que ao pegar o controle o jogo é tão intenso e rápido que esse efeito do deslocamento de cabelo passa muitas vezes despercebido.

Você deve estar se perguntando como que conseguimos acesso a essa versão de demonstração. Eu consegui um serial na primeira distribuição aberta de keys feita pela própria Sega.

Voltando ao jogo, você assume o papel de Bayonetta, que segundo o vídeo de introdução, é fruto do relacionamento entre uma bruxa – não é citado esse nome, apenas fica claro que a mãe é usuária de magia negra – e algum ser do paraíso. Ambos não são citados com nome ou detalhes. Ainda no vídeo, é mostrado alguém a despertando.

Após o vídeo, há a opção de fazer o tutorial ou partir para o jogo. Particularmente, recomendo passar pelo tutorial. Este tutorial é um cenário fixo, aonde os inimigos vão aparecendo ao infinito e é possível desferir todas as combinações possíveis de golpes. Há um roteiro dentro deste treino indo das combinações mais simples até as mais complexas.

Os comandos são simples. O Y ataca com os membros superiores, o B com os inferiores, o X é específico para atirar (ataques à distância), o A é usado para pular (podendo ser pressionado 2x). Os ataques com o Y podem ser feitos com uma espada ou armas. Para alternar entre eles, basta pressionar LB (eu joguei o demo no 360). A esquiva fica no RT. Apertando LT ocorre uma animação de provocação.

Conforme você vai apanhando ou encontrando umas borboletas roxas no mapa, vai sendo disponibilizada energia necessária para uns golpes de tortura. Golpes esses que são ativos pressionando o Y + B e em seguida pressionando o X várias vezes para aumentar a intensidade da tortura. Existem muitas combinações de movimentos, finalizações e golpes especiais. Tudo para não deixar o jogo monótono.

Um dos pontos que parece ter virado marca registrada da Sega são as argolas douradas. Elas aparecem ao se destruir inimigos e/ou objetos do cenário.

Achei a mecânica do jogo com muita cara de Devil May Cry e/ou God Of War.

Um ponto que eu gostaria de ressaltar é a beleza na arte do jogo. Os anjos são retratados de forma muito rica e completamente diferentes do imaginário popular. Eles lembram mais alienígenas dos filmes de Hollywood. Existem outros seres habitantes do paraíso, com um Querubim por exemplo.

Para um jogo da Sega eu esperava muito menos de Bayonetta, mas o título – ainda que em sua versão de demonstração – conseguiu me prender o suficiente para que eu jogasse algumas vezes, até compreender melhor algumas mecânicas. Claro que o demo possui seus bugs, mas são tão pequenos e raros que não atrapalham em nada a diversão. Espero que a versão final seja tão legal quanto esta.

Ainda me pergunto se no auge da bolha de jogos com cooperação online, há espaço para jogos mais egoístas, onde todo o entretenimento fica na mão de uma só pessoa.

O jogo está previsto para 05/01/2010 e eu recomendo você testar, afinal de contas esse é um benefício dessa geração, que resgatou a versão de avaliação e nos poupou de surpresas muito desagradáveis. É fato ser possível fazer uma versão excelente de demonstração e uma versão final fraca, mas são raríssimos os casos vistos até hoje.

- por Bruno Julião

[Análise] Call of Duty: Modern Warfare 2

21 novembro, 2009 por Bruno Ferrari  
em Análises, Capa

ModernWarfare2-1

Finalmente, caros leitores do GoLuck, chega as nossas suadas mãos o jogo mais esperado dos últimos anos, Call of Duty: Modern Warfare 2. E, assim como um soldado do Bope subindo o morro, o jogo chega quebrando tudo e simplesmente se consagrando como o maior lançamento da história do entretenimento mundial. Sim, você não leu errado: MW 2 rendeu em seu primeiro dia de vendas incríveis 310 milhões de dólares somente nos Eua, Canadá e Reino Unido, o que o coloca em primeiro lugar de vendas no primeiro entre todos os outros recordes de lançamentos não só de games, mas de todo os segmentos da mídia mundial. Ou seja, as vendas do jogo quebraram os recordes de filme (de Batman: O Cavaleiro das Trevas, com U$9,2 milhões ), de álbuns musicais (de No Strings Attached do N Sync nos EUA com cerca de U$ 14 milhões e de Be Here Now, do Oasis, na Inglaterra, com cerca de U$ 10 milhões), de livro (de Harry Potter e as Relíquias da morte, com U$ 197 milhões) e, obviamente, de game mais vendido (de GTA IV, com U$310 milhões como MW2, entretanto, no mundo todo).

ModernWarfare2

O desempenho impressionante do jogo não é à toa. Desde que Call of Duty 4: Modern Warfare foi lançado, renovando a batida franquia de FPS de segunda guerra mundial da Activision, Modern Warfare 2 era esperado pelos fãs como a nova grande promessa da indústria do entretenimento eletrônico. É claro que os fãs que do primeiro jogo da franquia spin-off da série esperavam ver no lançamento mais das características que fizeram do primeiro game um clássico instantâneo, como a interatividade, imersão na história, que era profunda e envolvente como nunca, mais da jogabilidade arrebatadora, dos detalhes, personagens carismáticos e por aí vai. E, felizmente, o GoLuck tem o prazer de anunciar que o game não só cumpre a tabela de seu antecessor, trazendo todas as características destacadas no mesmo, mas leva todas essas características a um novo nível, estabelecendo um novo patamar na série.

modern_warfare_2

Sobre a história, ela continua os eventos do primeiro game onde (CUIDADO: Spoilers do primeiro jogo à frente. Se ainda não jogou, o que tá esperando?) o terrorista Russo Imran Zakaev lança um ataque contra os EUA, inclusive com uma bomba nuclear tendo sido detonada em solo Ianque, mas acaba pego pela equipe do Capitão Price (que você chega a controlar durante uma das fases do jogo), sendo você quem controla na maioria do tempo um dos soldados do time, o sargento “Soap” McTavish. No novo jogo, a história da rivalidade remanescente da guerra fria continua, com Zakaev tendo sido declarado um herói na “nova Russia” e um novo terrorista chamado Makarov querendo levar a cabo a missão de seu mentor: detonar a terra do tio Sam. Soap volta ao jogo, entretanto agora como capitão de um esquadrão de elite que seu novo personagem principal, Roach, faz parte (apesar de você, como no primeiro, controlar vários personagens diferentes durante a jogatina). O desenrolar da trama se dá de maneira sempre intensa, com um aumento exorbitante daqueles gloriosos momentos “WTF”, onde seu queixo chega lá embaixo. Reviravoltas permeiam a progressão da narrativa, acabando de vez com os poucos momentos tediosos do primeiro jogo. O único ponto negativo, entretanto, é a curta duração da história, que acaba antes do que deveria, apesar da variedade de fases. Umas 6 a 7 horazinhas são mais que suficientes para você rodar o jogo e ficar com um raiva mortal da Infinity Ward por te deixar com água na boca até eles resolverem lançar o próximo episódio da nova franquia (o que não deve demorar tanto, frente ao sucesso desse volume). Já dizem até por aí que um dos personagens mais legais desse jogo, um soldado chamado Ghost,que usa uma máscara de caveira em todas as fases que aparece pode ganhar seu próprio spin-off, mas ainda não há nada confirmado, apesar da torcida. Além disso tudo, a história trás uma pequena polêmica que já começa a fazer barulho na imprensa não específica e, com isso, deixar alguns jogadores de saco cheio: Há entre as fases uma bem polêmica (posso adiantar que é mesmo chocante, mesmo pra alguém criado à base de GTA), tão polêmica que o próprio jogo te pergunta se deseja jogar essa fase ou deixá-la bloqueada para sempre de seu software. Logo na primeira cena você já perceberá qual fase se trata e confesso que a primeira reação é não saber direito o que fazer, tamanho o impacto que a mesma tem sobre o jogador. Apesar dessa fase impactante, as outras não ficam pra trás e também deixam suas marcas na memória do jogador, cada uma com suas características próprias. Passamos por bunkers americanos, prisões russas, desertos afegãos e até mesmo as alardeadas favelas cariocas e seus tiroteios insanos em português, e a sensação ao passar de nível é sempre a de querer jogar outra vez.

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Em questão de jogabilidade, apesar de ser basicamente a mesma do game anterior, nota-se que toda a mecânica do jogo está mais fluida ainda que no primeiro jogo. Gráficos e física extremamente realistas cooperam para a imersão na história, e acabam por incluir alguma variedade extra no jogo, como por exemplo, as granadas, que agora, quando lançadas, rolam pelo relevo do terreno até encontrar um obstáculo que as parem, para depois explodirem, levantando fumaça e poeira que embaça a visão do jogador. O efeito de quando se leva tiros também foi aprimorado, e agora mostra gotas de sangue que embaçam a visão nos momentos mais tensos dos tiroteios, deixando você com a real sensação de desespero da batalha (ou algo próximo disso, mas com bem menos risco). Motivos como esses tornam o replay do jogo obrigatório, bem como a variação de armas existentes, que possibilitam ao jogador variar sua ação durante as fases. Quer ser um atirador de elite? Ok, você pode usar os muitos rifles deixados pelos inimigos, mesmo que suas armas iniciais não forem desse tipo. Um desafio testado por mim, por exemplo, foi rodar o jogo somente usando pistolas. É dificil, mas interessante. Há! E no final, tal qual a fase extra do avião no primeiro game, há um presentinho do gênero deixado pelo pessoal da Infinity Ward para quem quiser gastar algumas horinhas no desafio (apesar de não ter conseguido completar tudo e achar que a recompensa dessa fase não é muito satisfatória).

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Em suma, o jogo pega a fórmula consagrada no primeiro e a intensifica, recheando cada segundo de jogatina com referências, reviravoltas e situações surpreendentes. Não só é um ótimo jogo, como também uma promessa cumprida por parte da Activision e uma boa esperança do que virá pela frente. Decepciona um pouco pela história curta, mas compensa pelo replay e pelo ótimo multiplayer online e deixa na boca um gosto de jogão, de “quero mais um”. Pronto; Agora você já pode tirar aquela grana do bolso e investir em várias horas de entretenimento da melhor qualidade sem medo algum de ser feliz, por que estará frente a frente com um fortíssimo candidato (se não o principal) a jogo do ano. Demorou, mas chegou! ;)

- Por Bruno Ferrari

Seu Sackboy agora muito mais Sonic

20 novembro, 2009 por Alice  
em Notícias

Até o final deste ano, seu Sackboy poderá estar vestindo o mais novo modelito primavera-verão da Sega! Ou quase. Resumindo: novas fantasias de Sonic e sua turma estarão disponíveis para download – e para você torrar seu rico dinheirinho, claro.

Agora seu personagem de Little Big Planet pode se parecer com Knuckles, Tails, Dr. Eggman, Sonic e – para quem não tem anciã de vomito ao ouvir falar em Sonic Unleashed– Sonic Werehog.

Isso tudo estará disponível para os jogadores de Hong Kong a partir do dia 17 de dezembro, e deve aparecer por aqui até o fim de 2009.

-por Alice Toldo

Idéias para um reboot de Mortal Kombat. Finish Him, Midway!

19 novembro, 2009 por Mauri Link  
em Conversa, OMG, Veja mais 4

MK reboot scorpion

A franquia Mortal Kombat não possui a mesma força de outrora. Em seu último jogo, nem mesmo a ajuda dos super-heróis da DC conseguiram chamar de novo a atenção para os bravos guerreiros adeptos de combates mortais.

Novamente, recebemos a promessa de termos um jogo que faça jus ao lendário legado de Mortal Kombat. Mas uma vez, as chamas da esperança fluem em nós, como em um Fatality de Scorpion, aquecendo nossos corações, que encaram hoje a franquia de uma maneira tão fria e vazia, como se o próprio SubZero tivesse arrancado nossos corações em uma finalização macabra. Essas chamas de esperança nos foram dadas por Vincent Proce, um ex-funcionário da Midway, que gentilmente compartilha conosco algumas imagens que ele mesmo desenhou para um reboot de MK.

Nesse reboot imaginado por Vincent, temos alterações nas histórias dos personagens, atualizações de cenários e eventos. Sonya Blade, por exemplo, ao invés de ser uma Agente das Forças Especiais, é uma filha de um militar que usa seu sex-appeal de maneira a atrair a atenção de seus oponentes. Reparem na imagem dela e tirem suas proprias conclusões.

Sobre mecânicas de jogo, na visão de Vincent elas precisavam de algo mais forte, e então ele deu a idéia de usar golpes que culminariam em singelos desmembramentos dos personagens. É disso que a franquia precisa. Pegar pesado e não suavizar, causar impacto nas mentes dos jogadores como o primeiro jogo fez. Honrar o MORTAL que há em seu nome. Focar no KOMBATE, e não em firulas amenizadas para ser vendido também aos adolescentes. Sem puzzles ou corridas de karts, e muito menos um mundo chato a ser explorado.

Mas como disse, Vincent agora é um ex-funcionário, então todas essas coisas bacanas podem nunca se tornarem realidade. E a Midway está nas mãos da Warner Bros. que não comprou a marca por caridade, então é óbvio que em breve teremos mais um capítulo da saga de Mortal Kombat. Esperemos que a Midway Chicago possa se lembrar do trabalho de Vincent, e não deixe essa chama de esperança se apagar. Caso contrário, o último a deixar a Midway Chicago por favor, apague a luz.

MK reboot Sonya

Por Mauri Link
[via Portallos]

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